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LONDRES: É O PRINCÍPIO DO FIM PARA OS AUTOCARROS A DIESEL A CIRCULAR NA CIDADE

por Mäyjo, em 05.02.17

londres

Londres está empenhada em tornar-se numa cidade mais amiga do ambiente, e para isso vai apostar na renovação da frota de autocarros da capital. Com o objectivo de tornar a mobilidade londrina num exemplo de baixo impacto ambiental, vai ser lançado um autocarro com dois andares movido apenas com a energia do hidrogénio.

 

anúncio feito recentemente mostra que a cidade tem a intenção de ter a maior frota de autocarros públicos isentos de emissões de gases de estufa de toda a Europa. Pela mão do presidente da Câmara londrina, Sadiq Khan, foi tornado público que dentro em breve todos os autocarros com um andar da cidade terão zero emissões poluentes.

Conhecida pelos elevados níveis de poluição atmosférica, provocados em grande parte pelo abundante trânsito da cidade, espera-se que a medida agora divulgada consiga reduzir os níveis de poluição da capital inglesa.

Para além da mudança nos autocarros públicos, a cidade tem vindo igualmente a investir na criação de ciclovias e no apoio da mudança de táxis convencionais para veículos eléctricos.

Foto: larapci / Creative Commons

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publicado às 12:29

LONDRES: SÓ NOS PRIMEIROS CINCO DIAS DO ANO, CIDADE EXCEDE LIMITES DE POLUIÇÃO PARA 2017

por Mäyjo, em 11.01.17

londres

Só nos primeiros cinco dias de 2017, a capital inglesa ultrapassou o limite máximo de contaminação ambiental definido pela União Europeia.

 

Os dados divulgados recentemente indicam que o limite estipulado pela legislação europeia exige que a concentração máxima de dióxido de nitrogénio (NO2) no ar não exceda os 200 microgramas por metro cúbico mais de 18 vezes ao longo de um ano em qualquer área da cidade. Ora, apenas na primeira semana do ano Londres, em especial no bairro de Lambeth, os níveis de concentração de NO2 tinham já ultrapassado esta meta.

O estudo realizado pela King’s College, mostra que também no bairro de Putney, sudoeste da cidade, as normas ambientais definidas pela União Europeia não estavam a ser cumprida, pela elevada contaminação de NO2, substância que provoca problemas graves de coração e pulmões.

Para combater esta situação, responsáveis pela autarquia londrina anunciaram que em breve serão instaladas dez zonas de autocarros de baixas emissões, com o objectivo de melhorar a qualidade do ar nas áreas mais problemáticas da cidade. Com a introdução desta medida adicional, espera-se que os níveis de NO2 pela cidade diminuam cerca de 84%.

Para o futuro, os responsáveis políticos da cidade falam em mudanças profundas na cidade, tal como a criação de uma zoa de emissões ultra-baixas (ULEZ). Neste local os meios de transporte terão sujeitos a rigorosas medidas para controlar as emissões de poluentes, tais como pagar uma outra taxa diária.

Foto: David Fernandez Vergara / via Creative Commons 

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publicado às 12:32

OS MURAIS QUE ALERTAM PARA O PROBLEMA DO COLAPSO DAS COLÓNIAS DE ABELHAS

por Mäyjo, em 30.11.16

foto_1

Louis Masai Michel é um artista urbano que pinta murais para alertar para o problema do colapso mundial das colónias de abelhas. A morar em Londres, Masai Michel começou a pintar paredes com imagens alusivas ao distúrbio do colapso das colónias de abelhas no último ano um pouco por toda a capital inglesa.

 

O artista transformou o que começaram por ser intervenções artísticas pontuais num projecto de conservação da espécie: #SavetheBees. Com a ajuda de Jim Vision, outro artista, Masai Michel intensificou as suas intervenções artísticas e começou a pintar abelhas de todos os tamanhos, desde abelhas meticulosamente detalhadas a enxames. Juntamente com as abelhas, Masai Michel escreve frases que alertam para os perigos de permitir que as populações de abelhas diminuam drasticamente e acabem por se extinguir.

A popularidade crescente das suas intervenções permitiu já a Masai Michel levar as suas abelhas a outras cidades britânicas bem como norte-americanas e europeias.

Veja algumas das intervenções de Louis Masai Michel.

 

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publicado às 10:24

Veja a cidade de Londres completamente vazia

por Mäyjo, em 20.03.16

londres_g

A megacidade de Londres... vazia

 

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publicado às 15:33

REINO UNIDO: PRIMEIRA PISCINA PÚBLICA NATURAL VAI RECORRER A PLANTAS PARA ASSEGURAR LIMPEZA

por Mäyjo, em 19.04.15

Of Soil and water: King’s Cross Pond Club

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publicado às 19:58

LONDRES DO TAMANHO DE UMA CAIXA DE FÓSFORO

por Mäyjo, em 15.03.15

O Instagram tornou-se numa das ferramentas – senão mesmo “a” ferramenta – mais importante do globo no que toca a partilhar fotografias. Se associarmos esta rede social ao facto de os smartphones terem uma qualidade de imagem cada vez maior, então estamos perante uma mudança de paradigma no que toca à forma como consumimos não só imagens como conteúdos.

As fotos que se seguem são a prova da democratização da fotografia: elas foram tiradas por um passageiro prestes a aterrar no Aeroporto de Heathrow, em Londres, e que captou a capital britânica com o seu iPhone.

O resultado é inacreditável: Christian Barrett conseguiu transformar a megacidade numa espécie de capital em miniatura, mostrando alguns dos mais icónicos monumentos de Londres numa dimensão nunca antes vista – reduzidíssima. Veja as imagens, que revelam uma nova forma de olhar para as cidades e a sua simetria vista do topo.

Londres em miniatura

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publicado às 01:46

POLUIÇÃO TRANSFORMA LONDRES NUMA CIDADE CHINESA

por Mäyjo, em 01.02.15

Poluição transforma Londres numa cidade chinesa (com FOTOS)

No dia 2 de Abril de 2014, Londres, viveu um cenário semelhante ao que, muitas vezes, se vê em cidades chinesas: pessoas com o rosto coberto por máscaras a protegerem-se do ar poluído, enquanto crianças e idosos com problemas de saúde foram aconselhados a ficar em casa.

Uma espessa nuvem de areia, denominada Sahara Rain – chuva do Saara – instalou-se na cidade londrina, num período em que a poluição atmosférica, por si só, estava em alta.

Veja algumas das fotos de Londres.

 

Poluição em Londres

 

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publicado às 16:39

Árvores de Natal utilizadas para entreter leões em zoo inglês

por Mäyjo, em 06.01.15

Árvores de Natal utilizadas para entreter leões em zoo inglês

Agora que a época festiva está a terminar, o destino de muitas árvores de Natal é acabar no caixote do lixo. Mas no condado de Cambridgeshire, em Inglaterra, está-se a reciclar as árvores de uma forma pouco convencional.

Várias árvores de Natal têm sido dadas aos leões do Jardim Zoológico de Linton como brinquedo. De acordo com os tratadores dos animais, as árvores entretêm e divertem os leões durante várias horas, escreve o Daily Mail.

“Já foram doadas várias árvores e muitas outras estão a caminho, o que vai permitir mais horas de diversão para os leões”, indica Kim Simmons, directora do zoo. Pensa-se que os leões gostam de brincar com as árvores pois estas contêm nepenta, também conhecida como erva-de-gato, uma planta da família da menta, que pode causar euforia nos felinos.

Para que os animais se possam divertir durante mais alguns dias, o zoo aceita doações de árvores dos habitantes locais, que além de servirem de brinquedo para os leões são também queimadas no bio-combustor do zoo para produzir aquecimento para as jaulas dos animais.

As Árvores que ainda possuem raízes estão a ser replantadas num bosque do zoo que alberga mochos e corujas. Este é o terceiro ano que o zoo de Linton pediu aos habitantes locais para doarem as suas árvores de Naral sem uso. Este ano, o número de árvores doadas já vai no dobro do último ano.

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publicado às 08:29

Londres tem a maior ponte solar do mundo

por Mäyjo, em 17.11.14

ponte-solar_1

Londres já tem a maior ponte solar do mundo. Depois alguns impasses, a ponte da estação de Blackfriars está coberta com painéis solares. A implementação da estrutura ocorreu através de uma parceria entre a England Network Rail e a empresa Solarcentury, que cobriram a ponte com 4.400 painéis fotovoltaicos.

Agora, a energia gerada a partir dos painéis deverá ser suficiente para fornecer metade da energia que a estação necessita para operar. A ponte de Blackfriars liga as duas margens do Tamisa, permitindo o transporte de milhares de pessoas por dia.

A estação de Blackfriars albergava já comboios eléctricos e agora com os novos painéis solares, que demoraram cinco anos a implementar, vai tornar-se ainda mais sustentável. A First Capital Connet, empresa que gere a estação, estima que os 4.400 painéis fotovoltaicos vão evitar a emissão de 511 toneladas de dióxido de carbono todos os anos, o quê vai permitir reduzir drasticamente a pegada ecológica da estação.

Além de ser uma fonte de energia renovável para a estação, a ponte de Blackfriars vai ser o símbolo da intenção de Londres em tornar-se uma cidade mais sustentável. Os painéis fotovoltaicos podem ser vistos das duas margens do Tamisa, refere o Inhabitat, o que poderá incentivar o uso das renováveis nos turistas e nos londrinos.

ponte-solar_6Network Rail

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publicado às 22:08

Cigarros poderão desaparecer do Reino Unido em 2026

por Mäyjo, em 09.09.14

Cigarros poderão desaparecer do Reino Unido em 2026

O glamour dos cigarros, popularizado por políticos e estrelas de Hollywood, já não é o que era, à medida que vários países vão introduzindo proibições quanto aos locais onde é permitido fumar.

 

No Reino Unido, a proibição de fumar em locais de trabalho fechados foi introduzida em 2007 e desde então o consumo de cigarros entre os britânicos tem vindo a diminuir. Nos últimos cinco anos o consumo de cigarros caiu um quinto. Nas últimas duas décadas caiu 80%. Se nos próximos anos a tendência continuar, em 2026 não haverá quase nenhuns fumadores no Reino Unido, indica o Financial Times.

 

Os dados indicam que a queda do consumo de cigarros não deverá abrandar. O valor do mercado dos cigarros caiu um quinto entre 2007 e 2012 para €514,3 milhões. Onde mais se nota a diminuição do consumo é no sector dos charutos, onde as vendas recuaram 40% para 11,6 milhões entre 2007 e 2012, o que representa uma queda duas vezes mais rápida que no sector dos cigarros pequenos.

 

Nos últimos tempos, vários países têm apertado a Lei do Tabaco. O último foi a China, onde os membros do Governo e os altos funcionários do Partido Comunista da China (PCC) foramproibidos de fumar em público, usar fundos públicos para comprar cigarros e oferecer cigarros ou fumar durante os actos oficiais e eventos públicos. A regra foi imposta pelo PCC e visa melhorar a imagem dos políticos e ajudar a consciencializar os fumadores para os perigos associados ao tabaco.

 

Em Portugal, o Governo também quer endurecer a Lei do Tabaco e no próximo ano deverá ser aprovada uma nova norma que vai proibir que se fume em todos os espaços públicos fechados, incluindo restaurantes, bares e cafés e discotecas – recorde-se que alguns destes espaços possuem locais próprios para fumadores. A nova lei não deverá, porém, proibir que se fume em automóveis particulares nem em espaços ao ar livre.

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publicado às 18:09


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